Dilú
Mello
Faz
a cama
Na
varanda
Da
música folclórica
Brasileira
Resguardando
Regiões
inteiras
Em
derradeiros
De
cenas
Costumeiras.
Moduan Matus
Para
a
Parayba(na)
Anayde
Beiriz
Foi
o amor que quis
Seu
choro sem lágrimas
Seu
sorriso sem alegria
Sua
forma
De
cintilar feliz
Em
anarquia
Sendo
cerne
Da
nova mulher
Solta
da raiz.
Moduan Matus
Conectado
em
Alotropias
poéticas
Hilton
Gonçalves
de
Souza
usa
Palavras:
Carvão
na água
Amor
ao molho
Em
frases que viram
Dialogramas
Especulando
O
movimento
Da língua.
Moduan Matus
Franchado
Pinta
Jasper
Johns
e
Exaspera-se
Em
objetos
Bandeirosos
Desdenhados
E
(quase)
Tangenciados.
Moduan Matus
No
retrato
Poético
Diário
de
Marly
de
Oliveir(a)
Vertig(em)
Viagem
Nos
altos
E
baixos
Que
pairam
No
ser
Sabendo-se
Do
tempo
Bagagem.
Moduan Matus
Um
samba
Em
prelúdio
Triste
Afro
Perdão
Berimbau
&
Violão:
Is
very well
Avec
Baden
Powell.
Moduan Matus
Sil
Eli
San
Sutil
Reveladora
Em
poemar
Ágil
E
singular:
Doses
de
Percepções
Num
oscilar de
Despertar
O
hábil
Em
tanto
Desabrochar.
Moduan Matus
Sabendo
Que
nada
Sabia
Além
do
Ser
Socrático
Seu
Ele
Somente
Bebeu
e
Nada
Escreveu.
Que
Sabedoria!
Moduan Matus
Tod(as)
Mulheres
Do
mundo
Viram
Na
barriga de
Leila
Diniz
O
belo
Da
gravidez
Repetir
O
(n)ovo
A cada vez.
Moduan Matus
Lança
do céu
Azulado
Sobre
mosaico
Da
Santa Teresa
Ch(u)(i)
leando
O
santo
Jorge
Selarón
Sela
Os
elos vermelhos
Arcos
da Lapa
Y
la concepción
Dos
cacos do mundo
Em
arte galgando
La imaginación.
Moduan Matus
Poeta
Clandestino
Guilherme
Figueiredo
Degusta
a
Ração
do abandono
No
mar das cantigas
De
escárnio
E
solidão
E
de maldizer
O
que da vida
Foi
deserdado
Sob
as brumas
Da desolação.
Moduan Matus