Ney Alberto
E Waldick
Pereira
Escavaram
A Baixada
Fluminense
Inteira
Buscando
Esta memória
De se pertencer
A terra
Com prazer. Moduan Matus.
A vida
É um sonho
Nas manhãs
Que o sol
Propicia
E Procópio
Ferreira
No gosto
Das coisas
Procria
O pulsar
Da arte
Fantasia. Moduan Matus.
Instalações
Melantrópicas
Alterand(o)
Inalterado e
Janaina
Tschäpe
Em cruzas
Estranhas e
Ficcionismos
Por nova
Botânica. Moduan Matus.
Pejis
Iaôs
Xilos de
Hélio
Oliveira
Refletindo
Sacrários nas
Terras-de-imagens
Brasileiras. Moduan Matus.
Firula:
Carlos
Careqa
Gosta de cu
Ritiba
Para
Ná
Ozetti
Não passa de
Um goleiro
Em rumo ao tecno pop.
Bolas!
O samba
É Parati
Premediando a Sampa
O bre que pedindo ar
Rego, ops! Arrigo
Às Claras peles. Moduan Matus.
O labor
Espiritual
Sobrepujando e
Assim por diante
Poetiza
Joseph
Brodsky
Entre
Mais ou menos
E é tudo. Moduan Matus.
Hipótese
Quando
Amar é:
Gina, Laura, Alice
Para
Péricles
Cavalcanti
Inexiste dissonante
Mas quando a Cássia
É Eller
Quem disse?
Deixa que dês Cid Campos
Wally Salomão que
Um baião metafísico
Um samba antigo
É o que queria ser. Moduan Matus.
Projeto
Direto
Objeto
Concreto
De José
Damasceno
Empreendendo
Desprendend(o)
Imaginário. Moduan Matus.
Lá (nas)
Villa (s)
Lobos
Entoa (m)
Sons
De todos
Os cantos
Choros &
Sol. Moduan Matus.
Dizendo
Alguma coisa
E nada bast(a)
Espessura
Do tempo
O dia
É hoje
Em que Rafael
Barcelos
Gomes
Poetiza
Persuasões. Moduan Matus.