Pela
Serpente
De Qetech
Átom(o)
Pseudopoeta
Erotisa
Afrocentrizando
Corpos
Peles
Imanentes
E magnetizantes. Moduan Matus.
Ciência
É consciência
E fé
Na filosofia
De Ernest
Renan
Para
A verdade
Mais
Adequa(da)
Humanidade. Moduan Matus.
Ítalo
William
O tal do
Bonequinho
Veste
Investe
E reveste
Arte
Fábrica
- Bhering –
E em toda a parte
O itinerário
É inteiro
E maneiro. Moduan Matus.
Dando
Linha
Em gomos
Rola a bola
De Felipe
Barbosa
No quadro
Na quadra
O tento
A arte mais
Audaciosa. Moduan Matus.
No banquete
Algum ranço
E a vulgar
Eloquência
Expõe cenas
De divina
Comédia e
Dante
Alighieri
Floresce
Com a poesia
Sem pátria. Moduan Matus.
Nas sombras
Zanon
De Paula
Barros
Expande
Canon
De lugares
Luzes:
Yin-Yang. Moduan Matus.
Recortando e
Consturando
A arte
Rosana
Paulino
Aproveita
O descarte
Que a sociedade
Faz
Menosprezando
Algumas
Partes. Moduan Matus.
Pernada
Olhando para
O fundo
Da íris
Fica fácil de ver:
Há dilatação
No tempo de iluminuras
Em que comíamos
Aipim no café
Da manhã poética
Depois Arthur
Rimbaud
Chegou com armas e ouro
Nos pedaços da terra. Moduan Matus.
Entre
O denso e
O espectral
Figuras e
Nevoeiros de
Mariannita
Luzzati
Destacam
Interiores
Entre
Cores
E odores. Moduan Matus.
A humanidade
Apenas
No humano
Transcende
O universo que
Alexander
Pope
Diz que cabe
Entre a
Poesia. Moduan Matus.