Numa
tela de
Roberto
Almeida
O
centro
Bucólico
de
Tinguá
Parado
No
silêncio
A
guardar
Num
apito
O
trem
Em vapor
Regressar.
Moduan Matus.
Espelho
de
Palavras
Seus
reflexos
Reflexões
Seu
estado
Nas
coisas
Que
poemam e
Virgínia
Gualberto
Em
transpasses
Declarando
A
visualização
Da
imaginação
Em
aberto.
Moduan Matus.
A poesia
Escondida
No quintal
Desabrocha
Nos dias de
Rosilene
Jorge dos
Ramos das
Folhas das
Flores
Nesse amar
Tudo quanto
E tanto
Queira
Confessar.
Moduan Matus
No
azul
Invisível
Do
mês que vem
Henrique
Alberto
de
Medeiros
Filho
da
Natureza
Visa
o poema
Vindo
da imensidão
Para
cor
Vermelho coração.
Moduan Matus
Nas
Esculturas
do
Mestre
Dadinho
A
brincadeira
Do
imaginar
E
preservar
Na
maneira
Da
cabeça
No
tronco
Na
raiz
O modelar
Da
arte na
Madeira.
Moduan Matus
Numa
tela de
Roberto
Almeida
O
centro
Bucólico
de
Tinguá
Parado
No
silêncio
A
guardar
Num
apito
O
trem
Em vapor
Regressar.
Moduan Matus
Espelho
de
Palavras
Seus
reflexos
Reflexões
Seu
estado
Nas
coisas
Que
poemam e
Virgínia
Gualberto
Em
transpasses
Declarando
A
visualização
Da
imaginação
Em
aberto.
Moduan Matus
Passos
calçados
E
outros passos
Trazem
Alexandre
Bollmann
Ao
abraço
Da
poesia
No traço
Caminho
de
Firme
Tato
Que
descortina
O
novo dia.
Moduan Matus
No
som
Versátil
Safo
de
Tudo
e
Nada
Hermético
Abjeto
ou
Habitual
Hermeto
Pascoal
Reverberando
Uma
viagem
Transcedental
Num objeto.
Moduan Matus