segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Signos: Poemas-Instalações

Cabeças de

Achim

Freyer

Ironicamente

Sorriem

Decepadas

Numa tela

Como

Querela

Em singular

Disposição

Num ponto de

Interrogação.                         Moduan Matus.

 



A tinta

No zinco

Na madeira

Na corrosão

No tempo de

Marcos

Coelho

Benjamim

Circula

As frestas

Que contém

O ilusório.                       Moduan Matus.

 



Objetos

Nas cores de

Etienne

Bossut

Sobrepassam

Espaços

Inflacionam

Olhares e

Possibilitam

Mais

Sublimações.                                 Moduan Matus.

 



Lama

Fractal e

Querê-la

Sobre madeira

Sobremaneira

Que Nuno

Ramos

Despoja

Feito dejetos

Da desmesura

Diária

Na tintura

Ferida do

Concreto.                                 Moduan Matus.

 



Prosa

O rosto da

Memória

De Décio

Pignatari

Conta a

Meia

Revolução

Que a fome

Não faz

Calar.                                     Moduan Matus.

 



No enredo

De Hilton

Berredo

Desdobradas

Flamejantes

Compõem

A arte

Numa sequência

Delirant(e)

Visceral em

Transgressão

Comportamental.                   Moduan Matus.

 



A trama de

Ideias

Num duplo

E o tempo

Fazendo

A arte de

Ester

Grinspun

Correr o papel

E esboçar

Uma reação

No espaço.                      Moduan Matus.

 



Nas crostas

Vivas de

Fábio

Miguez

O óleo

A cera e

A parafina

Movimentando

A tela

Arrebatando

Olhares

Alhures

Em fogo

Transportado.                      Moduan Matus.

 



Ele

Amarildo

Anzolim

Também

E ouve

A voz da

Palavra

Soltand(o)

Corpo no

Infinito

De cada eu.                   Moduan Matus.

 



Instalações

Esculturais

De Frida

Baranek em

Emaranhados

Em oxidados

Que desafiam

E desfiam

Íons

A uma

Eletrizante

Imagem.                            Moduan Matus.

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